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Hej Hej Hej! Olá! Hello! Hola! Saluton, karaj amikoj!
Finalmente criamos um blog! Nem sei por onde começar.
Talvez pelo começo. Não vou falar quem sou – ainda mais porque isso não importa. O que importa são idéias. Idéias e ação!
Prontos para fazer a revolução?
Não falamos de revolução socialista/comunista/anarquista/capitalista/ o-diabo-a-quatro-ista.
Chega de ismos e istas. Ninguém mais aguenta! Isso é coisa de vovô! Nós somos a nova era! (Não que vovôs não possam ser muito maneiros, surpreendentes e altamente mais jovens que os mais jovens.)
Estamos falando de revolução de nossas consciências, de nossas atitudes, de nosso modo de pensar e de agir!
Ou você pretende deixar o mundo ruir? Porque, se você não fizer nada, é isso que vai acontecer.
O que você vai fazer quando crescer? Não é essa a pergunta capitalista/materialista de sempre?
Então perguntamos: O que você vai fazer AGORA? Hoje? Nesse minuto? Vai ficar aí achatando a bunda na cadeira giratória? Grudado no computador?
Por que não? O computador já provou que é mais forte que a espada.
Desde que usado de maneira sensata.
De volta à pergunta: O que você vai ser quando crescer?
Ô perguntinha diabólica!! Criada para nos “objetizar”. Talvez você queira ser uma cadeira? Uma mesa? Um apontador, talvez? O QUE você quer ser realmente não importa!
A pergunta que deveriam fazer é: QUEM você quer ser quando crescer?
Maria-vai-com-as-outras? Bobo-da-corte? Apenas mais um elo na matrix? – Ou talvez Cidadão? Pensador? Herói? O próximo presidente da república?
Sejamos TODOS presidentes da república! Esse é o voto pixie.
Por que não?
Afinal, não está nas nossas mãos mudar o mundo?
3 Comentários
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Mi ŝategis la foton!!!
Sim! Quem nós somos é o que importa.
Não somos peças dentro de categorias para perguntas tipo “Onde vc mora”, “Qual sua religião”, “O que vc faz”, etc.
Temos que ser bem mais lógicos e abrangentes que isso.
Talvez cada um se pergunte “o que eu quero fazer quando crescer?”, já que ser ou querer ser pode significar aplicação de finalidade à existência, algo inapropriado para humanos. Sem ser chato, já que a lógica não foi transgredida e eu seria um revolucionISTA se me apegasse ao formalismo.